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“UM BONDE CHAMADO TERESA” NO CINE JOIA, EM COPACABANA

Comédia presta homenagem à sétima arte, fala de cinema, faz referência a diversos títulos cinematográficos e musicais célebres como “Cabaret” e “Cantando na Chuva”.

Crédito: Vitor Pastore

A ideia da peça surgiu da frase célebre extraída do filme Um Bonde Chamado Desejo: ‘sempre dependi da bondade de estranhos’. A partir dela, nasceu a personagem Teresa, uma criatura híbrida que se define como “nem homem nem mulher, e sim um mix de coisas, um apanhado, um pot-porri.”


Teresa é um personagem que se auto-inventa a partir dos filmes que assiste. O cinema como espelho de um mundo perfeito, distante, onde tudo quase sempre termina bem, e as personagens cantam nos momentos difíceis. Os homens são belos, as mulheres, sedutoras, os textos bem colocados, e nesse universo ultralírico - que Teresa chama de seu “escurinho” - o personagem gasta sua vida tentando manter-se afastada da claridade do real.


Extremamente solitária, Teresa faz do humor sarcástico uma válvula de escape para seus dramas reais, e usa a tela grande para projetar as suas frustrações que não são pequenas. Lá pelas tantas, depois de contar um pouco sobre sua vida, ela revela seu trauma - bastante inverossímil, apesar dos inúmeros detalhes que compõem o seu desdobramento. O quanto uma vida pode ser calcada em mentira e invenção?


O espetáculo tem em torno de 50 minutos e, além de fazer referência a diversos títulos cinematográficos, homenageia musicais célebres como “Cabaret” e “Cantando na Chuva”.

SINOPSE

"Um Bonde Chamado Teresa” é uma comédia farsesca de Rodrigo Murat sobre um sujeito que passa os dias no cinema assistindo a filmes diversos e pautando sua existência por intermédio deles. Ele se define como nem homem, nem mulher, e sim “um mix de coisas, um apanhado, um pout pourri.” Interpretado pelo ator Álvaro Figueiredo, a peça é uma homenagem à sétima arte com diversas referências cinematográficas e musicais atreladas a ela -de “E.T.” a “Luzes da Cidade”, de Charles Chaplin, passando, naturalmente, por “Um Bonde Chamado Desejo”, que tornou célebre a frase “sempre dependi da bondade de estranhos.”


Álvaro Figueiredo

Carioca, começou no teatro aos 22 anos, no Tablado, atuando também em projetos independentes. Voltou à carreira de forma mais constante e profissional em 1999, quando começou a participar como ator em campanhas publicitárias (foram mais de 10 comerciais para TV e algumas campanhas para revista e jornal). Entre 2012 e 2016 atuou como redator, produtor e apresentador do programa de rádio "Arte falada", na Rádio Roquette Pinto. Em 2018 voltou ao teatro e, desde então, não parou mais. De lá para cá, participou de 8 peças/projetos teatrais, 3 cursos livres, mais de 10 curtas-metragens e 4 participações especiais em novelas (Novela Travessia e Vai na Fé, na Globo, e Novela Apocalipse, Record). Atualmente, cursa duas residências teatrais: na Cia dos Atores, pelo segundo ano consecutivo, e a Primeira Residência Teatral do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2023, estreia o monólogo “Um Bonde Chamado Teresa”, de Rodrigo Murat.

Rodrigo Murat

Carioca, 57 anos, formado em Comunicação Social com habilitação em Cinema pela Universidade Federal Fluminense / UFF. Trabalhou como roteirista da TV GLOBO de 1994 a 2002, tendo participado da criação de diversos programas, entre eles, “Vida ao Vivo Show”, seriado de humor com Luiz Fernando Guimarães e Pedro Cardoso. É autor das peças “Três Homens Baixos”, “Até a próxima estação”, “A Máquina do Tempo”, “Soltando os Cachorros”, “Cabaré Lebrão” e “Tutti e a sua Turma”. Dirigiu e produziu o espetáculo “Psicopatas - Sit Down Drama” na casa de Cultura Laura Alvim com atores recém-formados pela CAL. “Um Bonde Chamado Desejo” é a sua terceira direção.

QUEM FAZ

“Um Bonde Chamado Teresa".

Texto e Direção - Rodrigo Murat

Atuação - Álvaro Figueiredo

Assistente de Direção e mídias sociais - Vitor Pastore

Cenário e figurino - Rodrigo Murat e Álvaro Figueiredo

Luz e trilha sonora - Rodrigo Murat

PROGRAME-SE Cine Teatro Joia Avenida Nossa Senhora de Copacabana 680, subsolo. De 02/09 (estreia) a 17 de setembro. Sábados às 20h e Domingos às 18h. R$ 40,00 inteira. R$ 20,00 a meia para estudantes, idosos e moradores de Copacabana.

Gênero: Comédia

Duração: 50 minutos

Capacidade: 76 lugares

Classificação etária: 14 anos Ingressos pela Sympla ou na bilheteria do teatro. https://www.sympla.com.br/evento/um-bonde-chamado-teresa/2116942

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