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EXPOSIÇÃO COLETIVA "PROTESTO DE PERMANÊNCIA" REÚNE MAIS DE 55 OBRAS DE VÁRIOS ARTISTAS NO RJ

há 9 horas
2 min de leitura

Produção inclui pinturas, gravuras, desenhos, objetos, esculturas, fotografias e vídeos

Grupo de artistas da exposição Protesto de Permanência. Foto de Ronaldo Nina
Grupo de artistas da exposição Protesto de Permanência. Foto de Ronaldo Nina

A mostra “Protesto de Permanência - fincar raiz, germinar semente, plantar demora”, do coletivo Chave Mestra, reúne mais de 55 obras de vários artistas do Rio de Janeiro, até 11 de outubro, no Parque Glória Maria, na capital fluminense.

 

São pinturas, gravuras, desenhos, objetos, esculturas, fotografias e vídeos, para a fruição do público, com entrada gratuita. A exposição, que se insere no calendário da 34ª edição do Arte de Portas Abertas e foi aberta no último dia 26, organiza-se a partir de três gestos: manter, modificar e imaginar. A curadoria é de Beatriz Roza.

 

Artistas que participam da exposição

Adilson Barbosa, Airá Ocrespo, Alfredo Antonelli, Amina Samaké, Anamaria Vieira, Andres Papa, Apocalipster, Augusto Herkenhoff, Brotta, Bruca Manigua, Carrara, Deborah Costa, DeTorres, Dindiana, Emiliana Marajoara, Euclides Gomes, Fabiula Jesus, FaVollú, Felipe Bardy, Getúlio Damado, Hagamaia, Heitor Zanata, Hudson Lima, Jabim Nunes, Jac Carvalho, Jérôme Poignard, Joesio Silveira, Jorge Chaves, Jorge Mansur, José Arnulfo, Juliana Oliveira, Laura Bonfá Burnier, Lenny Spalato, Luiz, Marcella Garbo, Márcia Holanda, Maria Carraro, Maria Ignez Peixoto, Mariana Prado Aguiar, Marisa Davidovich, Mel Agripino, Oigbodê, Pedro Bronz, Pedro Grapiúna, Regina Hornung, Roberta Costa, Rogerio SMCosta, Ronaldo Lima, Rose, Sandra Nunes, Sandra Passos, Sivitanicht, Thelma Innecco, Tiquinho de Mata, Valter Degaudio, Vanessa Koiky e Vivo da Luz.

Os artistas Regina Hornung e  Jabim Nunes. Fotos de Ronaldo Nina
Os artistas Regina Hornung e Jabim Nunes. Fotos de Ronaldo Nina

Texto curatorial Protesto de Permanência, assinado por Beatriz Roza:

A partir das discussões sobre sustentabilidade, Protesto de Permanência surge como uma tentativa de repensar criticamente o lugar que nós habitamos. Para além daquilo que precisa ser modificado, é vital reconhecer quais raízes devem permanecer fortes, seja pela conexão íntima com a natureza, seja pela própria paisagem visual e sonora que nos acolhe.Diante de um cenário de mudanças climáticas extremas, plantar torna-se um ato radical. Plantar sementes, literais e simbólicas, é também plantar mudanças. Encarar, sem disfarces, o fardo que temos pela frente: as disputas entre subsolo e território, os sucessivos recordes de sensação térmica, a insegurança alimentar. Questões que se mostram maiores do que a capacidade individual de resolução encontram, na ação coletiva, formas de resistência. Entre a dificuldade e a determinação, entre a força manual e o trabalho, insiste-se em fazer florescer.A exposição propõe também imaginar o que vem depois. Guardar as estrelas, os cacos, os retalhos; reunir aquilo que permanece disperso para ensaiar outras formas de existência, a partir desses fragmentos. Se o futuro não está dado, é preciso também construí-lo coletivamente, a partir do que temos, do que escolhemos guardar e daquilo que ainda somos capazes de inventar. Plantar demora para colher permanência.

Obra de Pedro Grapiúna - Escultura com peças de ferro recolhidas pelas ruas de Santa Teresa. Foto de Ronaldo Nina
Obra de Pedro Grapiúna - Escultura com peças de ferro recolhidas pelas ruas de Santa Teresa. Foto de Ronaldo Nina




PROGRAME-SE:


Exposição: PROTESTO DE PERMANÊNCIA | fincar raiz, germinar semente, plantar demora.

Coletivo: Chave Mestra

Curadoria: Beatriz Roza

Local: Parque Glória Maria - Galeria Principal

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 18h

Visitação: até 11 de outubro

Entrada: gratuita

Classificação: livre


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