CATU ME FEZ ENTENDER QUE UMA VEZ PAQUITA, SEMPRE PAQUITA
- Pedro Henrique de Freitas
- há 1 dia
- 3 min de leitura
Durante a participação das Paquitas em “O Último Voo da Nave”, Catu chamou minha atenção pela postura, emoção e pelo jeito de quem nunca deixou de ser Paquita

Desde o último sábado (25/07/2026), o que não falta na internet e nas redes sociais são textos, posts e vídeos exaltando a grandeza e a emoção do primeiro show da turnê “O Último Voo da Nave”, da rainha Xuxa Meneghel. Inclusive no meu Instagram, rsrs.
E, para um bom baixinho, meio pompom já basta para lembrar da presença e da importância das Paquitas nesse universo. No show, elas foram brilhantemente representadas por 13 integrantes de diferentes gerações.
Todo mundo tem sua preferida. Durante muito tempo, eu tive uma. Talvez ela ainda seja a preferida do Pedro Henrique de 3 anos, que se encantava com o “Xou da Xuxa”. Porém, desde a estreia do documentário “Pra Sempre Paquitas”, meu olhar tem se direcionado a uma outra integrante: Ana Paula Guimarães ou melhor a Catu.
Sempre nutri uma admiração pelo trabalho dela como diretora ao ver suas participações no “Vídeo Show”. Acho que todo mundo da minha geração tem esse sentimento de “orgulho” ao ver como estão bem as “nossas meninas”. Mas somente a partir do documentário pude conhecer melhor sua trajetória como Paquita, até porque, quando eu nasci, ela já era Paquita.
CATU LEVOU PARA O PALCO A MESMA ENTREGA DE SUA TRAJETÓRIA
No documentário, pude ver sua postura em relação aos desdobramentos do concurso que a escolheu como Paquita. Durante anos, a vice-campeã afirmou ter ocupado esse posto, algo em que eu e muita gente acreditamos por muito tempo.
Também chama atenção o fato de Catu ter sido escolhida para participar das versões latina e americana dos programas de Xuxa por ser a única que tinha domínio de línguas estrangeiras. Isso exalta toda a dedicação e entrega dela em seus trabalhos. Algo que também aparece em sua carreira na direção de programas.
Durante o show de sábado, fiquei fascinado ao perceber que esse compromisso com a qualidade continuava presente no palco. Catu estava visivelmente emocionada, transbordando felicidade, distribuindo carisma e simpatia.
Mas, em alguns momentos, eu olhava para ela e, enquanto outras Paquitas mandavam beijos e acenavam para os fãs, Catu estava com o pompom na cintura, sorrindo e cumprindo fielmente o cargo que a projetou nacional e internacionalmente.
E, quando a nave fez seu último voo, lá estava novamente Catu, com postura de líder das Paquitas, travada na pose, sorriso no rosto e direcionando o corpo para o trajeto da nave.
Após tanto conteúdo relacionado ao universo do “Xou da Xuxa”, já ficou claro para todo mundo que a vida de Paquita não era tão fantasia quanto muita gente imaginava ao sonhar ocupar aquele lugar. Porém, consegui perceber, através da Catu, que às vezes é necessário ressignificar essas dores e aproveitar também as delícias e as oportunidades que essa vida entrega.
E o mais importante: quando for fazer algo, faça bem feito. Não importa se é um documentário sobre as assistentes de palco mais famosas da TV brasileira ou um show de celebração e nostalgia.
A intenção deste texto, de forma nenhuma, é comparar ou minimizar a postura das outras Paquitas. É apenas ressaltar essa característica da Catu que tem chamado minha atenção há algum tempo.
Quem faz?
“O Último Voo da Nave” é a turnê de Xuxa Meneghel que celebra sua trajetória e a memória afetiva construída ao lado de diferentes gerações de fãs. O show também reúne Paquitas de várias fases da carreira da apresentadora.
PROGRAME-SE
“O Último Voo da Nave” - turnê de Xuxa Meneghel
Início da turnê: sábado (25/07/2026)
Participação: Xuxa Meneghel e Paquitas de diferentes gerações
Documentário citado: “Pra Sempre Paquitas” - https://globoplay.globo.com/pra-sempre-paquitas/t/7vHVGPtHDz/
Mais informações: acompanhe os canais oficiais de Xuxa Meneghel



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