JASPION: O FILME - PRODUÇÃO PRETENDE FILMAR EM SP

Isso mesmo que você leu! Jaspion: o filme é uma ideia utópica que começa a se desenvolver melhor após a CCXP. A ideia é rodar o longa no Brasil.

Jaspion - O Filme ainda não tem data para estrear, mas já "renasceu" no Brasil. Os leitores do UOL elegeram como melhor anúncio da CCXP 2019 o longa-metragem nacional sobre o herói japonês, produzido pela Sato Company, de São Paulo. A vitória expressiva (80,06%) no Geek Awards empolgou o chefão da empresa, Nelson Sato, e o diretor do filme, Rodrigo Bernardo.


Apesar da expectativa dos fãs, o anúncio na Comic Con Experience avançou pouco em relação à primeira divulgação do filme, em fevereiro de 2018. A principal novidade está na direção. Rodrigo Bernardo será o responsável por resgatar a nostalgia em torno do herói dos anos 1980 e, ao mesmo tempo, atrair público mais jovem. Bernardo convenceu Sato dando como exemplo os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores da franquia Vingadores, que antes dirigiram comédias românticas como Dois É Bom, Três É Demais (2006).


O passo seguinte foi enviar o argumento para Shinichiro Shirakura, produtor-executivo da franquia Kamen Rider, outro sucesso japonês no Brasil. O profissional trabalha no conselho da Toei Company, detentora dos direitos de Jaspion e coprodutora do filme brasileiro de Jaspion. Ele aprovou o pré-roteiro de Rodrigo Bernardo e deu aval para o início da execução do projeto. Atualmente, o cineasta escreve o roteiro, que deve ser entregue ao executivo japonês ainda no primeiro trimestre. Após a aprovação da Toei, será possível escalar o elenco e iniciar as filmagens em São Paulo. O cineasta também está assistindo a episódios para anotar as referências mais lembradas pelos fãs e promete muita tecnologia.


Paralelamente, Nelson Sato tem estudado como financiar o filme: "Há empresas interessadas, mas mesmo com aporte de leis de incentivo elas recolhiam menos impostos, então havia menos dinheiro no mercado. Preferi esperar mudar o governo. O mercado ainda está em mudança, mas o projeto continua. Viajei aos Estados Unidos para ver como funciona o mercado americano, há muitas empresas de investimento que não dependem do governo, embora haja incentivos de produção", explica.


Trechos retirados do exto original de Paulo Pacheco, do UOL, em São Paulo.

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